Por que o turismo compartilhado é perfeito para quem ama viver bem? Crédito: Divulgação. É mais simples do que parece.
Essa expressão “turismo compartilhado” circula cada vez mais em conversas sobre viagem, mas nem sempre vem acompanhada de explicação. A ideia por trás dela é simples e antiga: dividir entre várias famílias o custo de um bem que uma só usaria por poucas semanas ao ano. Aplicada ao lazer, essa lógica deu origem ao que o mercado chama de multipropriedade e o GR Group prefere chamar de Casa de Férias, porque é assim que o cliente vive o produto.
Como a divisão funciona O ponto de partida é um imóvel real, dentro de um empreendimento de lazer, com unidade identificada e endereço. Em vez de comprar o apartamento inteiro, a família adquire uma fração dele e, com ela, o direito de usar a unidade em períodos definidos, todos os anos. A distribuição desses períodos segue um sistema rotativo de semanas, organizado em faixas de temporada, como altíssima, alta e média.
O rodízio existe justamente para que os períodos mais disputados circulem entre os proprietários ao longo dos anos, em vez de ficarem sempre com os mesmos. A aquisição é formalizada em escritura, e a fração passa a integrar o patrimônio da família, podendo ser transmitida aos herdeiros. Como todo imóvel, também tem obrigações: há rateio das despesas de manutenção e operação do empreendimento, além dos tributos aplicáveis, tudo previsto em contrato, que vale a pena verificar na íntegra no momento de adquirir.
O que o proprietário ganha O empreendimento é operado por uma equipe de hotelaria, então o proprietário não administra nada. Não contrata manutenção, não cuida da limpeza e não se preocupa com a unidade fora da sua semana. Chega com a mala e encontra tudo pronto, como em um hotel.
Como a conta desta Casa de Férias é fracionada, o padrão do imóvel e da área de lazer costuma ser superior ao que uma família alcançaria sozinha em uma segunda casa: piscinas, gastronomia, atividades para crianças e serviços de hotel fazem parte do mesmo endereço.
Além de tudo isso, empreendimentos do grupo são associados à RCI Weeks, rede de intercâmbio de semanas presente em mais de 100 países e mais de 4.300 empreendimentos, e proprietários também podem ter acesso ao Mydest, o Clube de Férias do GR Group, de acordo com contrato vigente. Férias que não voltam à estaca zero Existe ainda um ganho menos visível, e que costuma pesar para quem tem rotina apertada: a previsibilidade. Sem casa de férias, cada ano recomeça a mesma discussão.
Para onde ir, quanto vai custar, se ainda há vaga no período em que a família consegue sair. Com ela, essa decisão foi tomada uma vez. O destino está definido, o período é conhecido e a hospedagem das próximas temporadas já está resolvida.
Sobra energia para a parte boa, que é planejar o que fazer quando chegar lá. Onde conhecer: A relação de empreendimentos com casa de férias, com a descrição de cada destino e das modalidades disponíveis, está no site institucional www.grgroup.org. O grupo publica novidades no Instagram @grgroupbr e no LinkedIn /grgroup.
Para entender o modelo em detalhe, conhecer uma unidade e esclarecer dúvidas sobre escritura, rateio de despesas e regras de uso, a orientação é procurar a equipe pelos canais oficiais de atendimento ou agendar uma visita ao empreendimento de interesse.



