Veronica Costa em foto tirada em janeiro deste ano Reprodução/ Redes sociais Veronica Chaves de Carvalho Costa, a Veronica Costa, que teve a prisão determinada após ser condenada por torturar o ex-marido em 2011, construiu trajetória de destaque nos universos do funk e da política. Ela ficou conhecida do público carioca ao apresentar programas e bailes da Furacão 2000, uma das mais tradicionais equipes de funk do Rio de Janeiro, ao lado do então marido, o empresário Rômulo Costa.
O casal teve dois filhos, Jonathan e Jennifer. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Nascida e criada em uma comunidade da Zona Norte do Rio, próxima ao Morro do Juramento, Veronica conheceu Rômulo aos 16 anos. Vereadora Verônica Costa tem pena aumentada de 5 para 10 anos de prisão por tortura a ex-marido Ao defender as demandas dos admiradores do funk e atuar pela valorização e popularização do gênero, recebeu o apelido de "Mãe Loira do Funk", marca que a acompanhou ao longo da carreira.
Veronica e Rômulo se separaram em 2001. Após deixar a Furacão 2000, ela fundou a própria equipe de som, a Glamourosa. Depois do casamento com Rômulo, Veronica se casou com Márcio Costa, que a acusou de tortura e agressões.
Carreira política Veronica Costa na Câmara Reprodução No mesmo ano da separação, Veronica ingressou na política e conquistou seu primeiro mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Entre as principais bandeiras defendidas por ela estavam o fortalecimento da cultura do funk, políticas voltadas para a juventude, a geração de empregos e a defesa dos direitos das mulheres. Ao longo da trajetória política, exerceu cinco mandatos como vereadora da capital fluminense.
Nesse período, esteve filiada a diferentes partidos, entre eles PL, PMDB, DEM e Republicanos. Também presidiu a Comissão de Defesa da Mulher e a Comissão de Prevenção às Drogas na Câmara Municipal do Rio. Crime Márcio Costa mostra laudo de exame Aluizio Freire/G1 Durante um dos mandatos como vereadora, em fevereiro de 2011, Márcio Costa, então marido de Veronica, denunciou que havia sofrido agressões à Polícia Civil.
Segundo contou em sede policial, ele teria sido amarrado, agredido e sido banhado por um líquido que provocou lesões em seu corpo. Na época, ele disse acreditar que seria uma espécie de ácido. Márcio teria conseguido fugir e fez a denúncia na delegacia, que depois virou processo criminal.
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