Governo Trump aprova fusão da Paramount e nova empresa afirma que não terá iniciativas de diversidade A Paramount Skydance chegou a um acordo com a Califórnia e outros 11 estados dos Estados Unidos que haviam entrado com uma ação para tentar impedir a aquisição da Warner Bros. Discovery, em um negócio avaliado em US$ 110 bilhões. O acordo elimina um dos últimos obstáculos para a conclusão da fusão, que reunirá dois grandes estúdios de Hollywood, serviços de streaming e operações de notícias sob um mesmo grupo.

🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ➡️ Entre os termos está a criação de conselhos editoriais independentes para a CNN e a CBS. A medida busca preservar a independência das operações jornalísticas das duas empresas após a fusão.

O acordo também prevê uma multa de US$ 30 milhões por filme caso a Paramount não cumpra a promessa de lançar 30 filmes por ano. Veja os números da junção entre Warner e Paramount Arte/g1 A disputa nos EUA A fusão já havia sido aprovada pelos órgãos reguladores do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em julho, porém, uma coalizão de 12 procuradores-gerais estaduais, liderada pelo procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, entrou com uma ação para bloquear o negócio.

Os estados argumentaram que a operação reduziria a concorrência e daria à empresa resultante da fusão maior poder para aumentar preços no mercado de cinema e televisão. Com o acordo, a Paramount remove um importante obstáculo judicial à operação. Antes do acordo, a Paramount e os estados discutiram outras possíveis concessões.

Segundo o Wall Street Journal, entre elas estavam um investimento de US$ 1,5 bilhão em produção na Califórnia e um compromisso de não vender os estúdios. Paramount faz proposta para comprar Warner Eric Gaillard/Reuters e Reprodução Prazo para concluir a fusão O acordo também ajuda a Paramount a evitar uma multa diária de US$ 7 milhões que deve aos acionistas da Warner Bros.

Discovery por cada dia de atraso na conclusão da operação após 30 de setembro A Reuters havia informado na sexta-feira (18) que a Paramount e os estados poderiam chegar a um acordo no fim de semana. Entre os termos discutidos estavam o monitoramento independente do conteúdo da CNN e um compromisso em relação ao número de filmes lançados nos cinemas. Além dos Estados Unidos, órgãos reguladores de defesa da concorrência de outras jurisdições, incluindo a União Europeia e o Reino Unido, já aprovaram a aquisição.