Candidatos Flávio Bolsonaro e Lula participam de debate da Band antes do 2º turno das eleições. REUTERS/Jean Carniel Os candidatos à Presidência da República que perderam a eleição no 1º turno se dividem quanto aos apoios para Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), que vão disputar o 2º turno no próximo domingo, dia 25 de outubro. Os dez candidatos que ficaram fora do segundo turno já definiram suas posições.
Veja os apoios abaixo: Flávio Bolsonaro obteve apoio de cinco ex-presidenciáveis: Augusto Cury (Avante) Clariana Barão (DC) Romeu Zema (NOVO) Ronaldo Caiado (PSD) Wilson Grassi (Democrata) Lula recebeu o apoio de três ex-presidenciáveis: Edmilson Costa (PCB) Hertz Dias (PSTU) Samara Martins (UP) Outros posicionamentos: Rui Costa Pimenta (PCO): orientou voto nulo no segundo turno. Renan Santos (Missão): liberou seus apoiadores para votar em quem preferirem.
Quem apoiam no 2º turno os candidatos à Presidência derrotados no 1º turno Arte/g1 Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 45%; Lula, 44% Como os apoios ocorreram Flávio Bolsonaro Flávio Bolsonaro recebeu o apoio de Romeu Zema (NOVO) na segunda-feira (5), dia seguinte à divulgação dos resultados das urnas no 1º turno. O ex-governador de Minas Gerais afirmou que tomou a decisão por votar "contra o PT" e disse que "O Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula".
Flávio Bolsonaro se reuniu com Ronaldo Caiado (PSD) na terça-feira (6) para receber o seu apoio. O ex-governador de Goiás afirmou que vai entrar na campanha "de corpo inteiro, por convicção". "O que nós queremos é que você devolva o Brasil aos brasileiros", afirmou.
Clariana Barão condicionou o apoio à garantia de que "as mulheres não tenham um direito a menos nesse país" e disse, no dia 7 de outubro, que terá "compromisso irrestrito" com a candidatura de Flávio. Já na quinta-feira (8), Flávio fez uma chamada de vídeo e assinou documento com uma série de condições para ter Augusto Cury (Avante) ao seu lado no 2º turno.
"Neste segundo turno, decidi dar um voto de confiança a Flávio Bolsonaro, que está reivindicando o seu primeiro mandato e depois fim da reeleição", disse o escritor. Wilson Grassi divulgou um vídeo em seu perfil na rede social na terça-feira (20) e anunciou voto em Flávio Bolsonaro, apesar de ter sido ignorado em contatos para tratar de proteção dos animais.
O ex-candidato se disse triste com a eleição e criticou os rivais: segundo ele, Lula "vai quebrar o Brasil" e Flávio "está prometendo manter todas as bondades oportunistas" do petista. "A gente tem que escolher quem vai quebrar o Brasil e quem não está nem aí para os cachorros. Eu não sei", disse.
"Eu vou acabar votando no Flávio só para não ficar sem votar". Lula Lula recebeu "apoios críticos" dos três presidenciáveis que declararam estarem com o petista na disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Os apoios foram anunciados em vídeos nas redes sociais, em que os candidatos explicaram os motivos da decisão.
Veja trecho das declarações abaixo: Edmilson Costa: "Apoiamos criticamente a candidatura Lula porque consideramos que, agora, a prioridade é a derrota da extrema direita [...] Neste 2º turno, é Lula para derrotar o fascismo". Hertz Dias: "Contra Bolsonaro, voto crítico no 13 no 2º turno, sem nenhum apoio ao governo Lula".
Unidade Popular: "Contra o avanço do fascismo e em defesa da democracia, dos direitos do povo e da soberania nacional, no segundo turno convocamos o povo e toda a nossa militância a votar 13", escreveu o partido.



