Ronaldo Caiado, candidato à Presidência pelo PSD, faz campanha em Goiás Jornal Nacional/ Reprodução O candidato à presidência Ronaldo Caiado (PSD), de 77 anos, tenta vencer o posto pela segunda vez, após concorrer em 1989. Casado com Gracinha Caiado, candidata ao Senado por Goiás, o médico ortopedista e produtor rural é pai de quatro filhos – um deles, Ronaldo Ramos Caiado Filho, morreu aos 40 anos em 2022.
O goiano oficializou sua candidatura à presidência em julho, anunciando como vice Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD. A pré-candidatura havia sido lançada em 2025, quando ainda estava no União Brasil. Caiado deixou o partido para se filiar ao PSD após a legenda ter anunciado a formação de federação partidária o Progressistas.
A federação optou por não lançar e nem apoiar candidatos na eleição presidencial deste ano. Agora no g1 Primeira tentativa em 1989 Em sua primeira tentativa de chegar ao Palácio do Planalto, em 1989, Caiado terminou a campanha em 10º lugar, recebendo pouco mais de 488 mil votos, 0,72% do total do pleito.
Ronaldo Caiado durante debate eleitoral na campanha de 1989 Renato dos Anjos Caiado representou Goiás na Câmara dos Deputados por cinco mandatos e foi senador por um mandato, tendo sido uma voz ativa na defesa do agronegócio dentro do Congresso. O início de sua vida política foi justamente no agro, tendo sido um dos fundadores da União Democrática Ruralista (UDR), entidade criada para representar proprietários rurais durante as discussões sobre a reforma agrária.
Caiado também foi governador do Estado por dois mandatos consecutivos, eleito em 2018 e 2022. Ronaldo Caiado (UB) durante a posse para o segundo mandato do Governo de Goiás Bianca Kida Durante a campanha presidencial, Caiado buscou se apresentar como uma terceira via capaz de romper com a polarização entre apoiadores do PT e da família Bolsonaro. A estratégia, entretanto, não mostrou resultados promissores nas pesquisas eleitorais, não conseguindo registrar dois dígitos de intenção de voto em nenhuma delas.
O goiano também defendeu a aprovação de uma anistia "ampla, geral e irrestrita" para os condenados por tentativa de golpe de estado que culminaram nos atos de 8 de janeiro de 2023.



