Initial plugin text O governo alemão parabenizou nesta segunda-feira (26) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição e afirmou que o resultado é uma notícia boa para a proteção da Amazônia. Em mensagem publicada no X, o chanceler federal da Alemanha, Friedrich Merz, parabenizou Lula e disse estar ansioso para aprofundar ainda mais a parceria entre os dois países. A eleição no Brasil também foi tema na tradicional coletiva de imprensa do governo alemão.
Porta-vozes de diversos ministérios alemães comentaram o resultado, destacando a importância da parceira estratégica entre o país europeu e o Brasil. "O Brasil é um parceiro global muito importante independentemente de quem governa o país", pontuou o porta-voz do ministério do Exterior alemão, Martin Giese.
"Ficamos felizes com a continuidade do trabalho em conjunto com o Brasil." Lula x Flávio Bolsonaro: veja como foi a votação na sua urna no 2º turno Agora no g1 "Brasil é um Estado de Direito" Ao ser questionado por jornalistas se o fato de o candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) se negar a reconhecer o resultado representa um perigo para democracia do país sul-americano, Giese destacou que o Brasil é um Estado de Direito, onde há a possibilidade de se contestar o resultado de uma eleição e existem regras para isso.
"Bolsonaro menciona irregularidades, mas, que por enquanto, se trata apenas de alegações dele. Cabe à Justiça brasileira verificar se elas têm algum fundamento. Ele falou que quer contestar as eleições.
Caberá aos tribunais no Brasil decidir sobre essa questão, e não a nós aqui", acrescentou. Já o porta-voz do Ministério de Cooperação Econômica da Alemanha (BMZ), Benedikt Schöneck, afirmou que a vitória de Lula é uma "boa notícia" para a proteção da Amazônia e lembrou que o Brasil é um parceiro de longa data do país europeu nesse quesito. "Ter um parceiro como o Lula no governo, com quem podemos continuar trabalhando, é uma notícia boa para a proteção da Amazônia", disse Schöneck.
Desmatamento na Amazônia e no Cerrado cai para o menor nível desde o início das medições Jornal Nacional/ Reprodução



