Afogamento registrado em Presidente Prudente (SP) Aline Costa/TV TEM A família da bebê de 10 meses que morreu afogada no Rio Buriti, em Presidente Prudente (SP), nesta quinta-feira (24), já era acompanhada pelo Conselho Tutelar e pela rede de proteção antes da ocorrência. Segundo informado pelo Conselho Tutelar, a mãe das três crianças também já havia recebido atendimento relacionado à saúde mental pela rede municipal.
📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Havia registro de internação dela no Hospital Psiquiátrico Bezerra de Menezes e possível acompanhamento pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps). O órgão, no entanto, não detalhou por quais atendimentos a mulher passou. Conforme as investigações da Polícia Civil, a mulher teria levado os três filhos até uma represa na região do Jardim Santa Fé sob o pretexto passear e pescar.
No local, as crianças foram lançadas na água. Os dois filhos mais velhos, de 7 e 9 anos, conseguiram se salvar, fugir e pedir ajuda a um trabalhador que estava ali perto. A bebê não resistiu.
Bebê de dez meses morre afogada no Rio Buriti após mãe sofrer surto em Prudente Após a ocorrência, as duas crianças foram encaminhadas pelo Conselho Tutelar ao Acolhimento Excepcional de Urgência (PEU), como medida de proteção. O pai precisou permanecer no local para tratar das questões relacionadas à morte da bebê.
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No local, as duas crianças receberam cuidados básicos, como alimentação, banho e espaço para dormir e descansar. Ainda conforme o órgão, nesta sexta-feira, a equipe dará continuidade à avaliação do caso e à aplicação de outras medidas de proteção para as crianças. O caso continua sob investigação da Polícia Civil.
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