Ex-superintendente da Zona Franca de Manaus (Suframa) Thomaz Nogueira, vice-governadora eleita Alessandra Campêlo (PSD) e o advogado Lucas Brandão Reprodução/Google O governador eleito do Amazonas, Omar Aziz (PSD), escolheu a vice-governadora eleita Alessandra Campêlo (PSD), o ex-superintendente da Zona Franca de Manaus (Suframa) Thomaz Nogueira e o advogado Lucas Brandão para integrar a equipe de transição de governo. Os nomes foram confirmados pelo próprio Omar à CBN Amazônia, nesta quarta-feira (4).

Os três devem atuar nas áreas política, econômica e jurídica, em conjunto com servidores da atual gestão, para preparar o início do próximo governo, previsto para 6 de janeiro de 2027. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Alessandra Campêlo foi eleita vice-governadora na chapa de Omar Aziz. Deputada estadual, ela também já ocupou o cargo de secretária de Estado de Assistência Social (Seas), durante a pandemia de Covid-19.

Transição de governo: Omar Aziz e Roberto Cidade se reuniram em Manaus Na área econômica, Thomaz Nogueira foi superintendente da Suframa e ocupou cargos na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-AM) e na Secretaria de Planejamento. Ele também participou das discussões sobre a Reforma Tributária e da defesa dos mecanismos de competitividade da Zona Franca de Manaus. O advogado Lucas Brandão integra a equipe jurídica de Omar Aziz e deve contribuir nas discussões sobre os aspectos legais da transição.

Transição de governo Omar Aziz e o atual governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), iniciaram as conversas sobre a transição na quinta-feira (29). A reunião ocorreu na sede do governo estadual, na Compensa, Zona Oeste de Manaus, e contou com a participação de Alessandra Campêlo e do vice-governador, Serafim Corrêa. Após o encontro, os dois afirmaram que pretendem conduzir o processo de forma colaborativa, com acesso às informações necessárias para planejar a próxima gestão.

Na ocasião, Omar havia dito que a equipe de transição iria reunir representantes técnicos e políticos. Segundo ele, participar do grupo não significa ter sido escolhido para ocupar um cargo no futuro secretariado. "Ninguém foi convidado para ser secretário de Estado ainda por mim.

Ninguém pode chegar e dizer que foi convidado, porque eu preciso primeiro saber a real situação das secretarias", afirmou. A proposta inicial previa três representantes indicados pelo governo atual e três pela equipe eleita. Outros profissionais também poderão participar.

Omar afirmou que vai coordenar pessoalmente o processo para avaliar a situação das secretarias e definir prioridades para o início do mandato, principalmente nas áreas de saúde, segurança pública e educação.