Thelma Assis Reprodução/Instagram A médica e apresentadora Thelma Assis, campeã do BBB20, anunciou na quinta-feira (8) que venceu mais um processo relacionado a um caso de racismo. Segundo a ex-BBB, o condenado deverá prestar um ano de serviços comunitários por ofensas feitas durante uma transmissão ao vivo na qual ela e a jornalista Luanda Vieira foram chamadas de “macacas”. A decisão foi divulgada por Thelma em uma publicação nos Stories do Instagram.

Ao comemorar o resultado, ela agradeceu à Justiça do Pará, onde o processo foi aberto, e aos advogados que atuaram no caso. Ela também incentivou os seguidores a defenderem seus direitos. “Acabo de saber: ganhei mais um processo antirracista!

Dessa vez, em uma live na qual fomos chamadas de macacas. O condenado vai prestar um ano de serviços comunitários”, escreveu. Na mesma publicação, a apresentadora demonstrou apoio a Luanda Vieira, a quem dedicou uma mensagem de reconhecimento.

“@luandavieira todo meu respeito à sua existência e ao seu trabalho”, declarou. Ao final, Thelma deixou um recado aos seguidores: “Lutem pelo direito de vocês!” (veja abaixo). Postagem de Thelma Assis Reprodução/Instagram Ataques racistas Em maio de 2020, Thelma participou de uma transmissão ao vivo no Instagram com Luanda Vieira, que era editora de moda da revista Glamour.

Durante a live, as duas foram alvo de comentários racistas e receberam mensagens pejorativas sobre mulheres negras. Na época, Thelma falou no programa "Encontro", da TV Globo, a médica afirmou que sofria algum tipo de injúria racial em praticamente todas as suas transmissões ao vivo.

Thelma também venceu ação contra empresário Em junho deste ano, Thelma Assis também obteve uma vitória judicial em um processo contra o empresário Rodrigo Branco por declarações racistas feitas durante uma live no Instagram, em 2020, enquanto ela estava confinada no BBB20. Na ocasião, ele afirmou que a torcida pela médica existia porque ela seria uma “negra coitada” e também fez comentários discriminatórios sobre a jornalista Maju Coutinho.

Ele foi condenado a pagar R$ 40 mil por danos morais, além de juros e correção monetária.