Da esquerda para a direita: presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, e presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-un. Mark Schiefelbein/AP/Annabelle Gordon/REUTERS/KCNA O Ministério da Defesa da Coreia do Norte condenou nesta quarta-feira (16) um acordo entre Estados Unidos e Coreia do Sul para ampliar o compartilhamento de informações e os exercícios militares conjuntos.

O pacto de resposta a possíveis ataques com armas de destruição em massa firmado pelas duas nações é uma “declaração explícita de confronto”, de acordo com Pyongyan. Segundo o governo norte-coreano, o acordo pressupõe o uso de armas nucleares, biológicas e químicas contra a Coreia do Norte em uma eventual crise na Península Coreana. Para Pyongyang, a medida aumenta o risco de emprego de armas de destruição em massa na região.

✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Agora no g1 Autoridades de defesa dos EUA e da Coreia do Sul se reuniram em Seul na semana passada para discutir formas de responder às ameaças representadas pelo programa nuclear norte-coreano. A reunião foi conduzida por Woo Kyung-suk, diretor-geral do departamento de planejamento de políticas do Ministério da Defesa sul-coreano, e Jason Hamm, vice-secretário-assistente de Defesa dos EUA para políticas de dissuasão nuclear.

Segundo os governos, os programas bélicos da Coreia do Norte contribuem para a instabilidade na Península Coreana e em outras partes da região. EUA e Coreia do Sul concordaram ainda em manter a cooperação para responder a ameaças biológicas, incluindo doenças infecciosas como a Covid-19.

Pyongyang rejeita os apelos para abandonar seu arsenal nuclear.] LEIA TAMBÉM Coreia do Sul anuncia exercícios militares conjuntos com EUA e Japão Houthis dizem que abateram caça saudita; Arábia Saudita acusa grupo de atacar Meca e 'cruzar a linha vermelha' Ex-presidente do Kosovo é condenado a 25 anos de prisão por crimes de guerra