O escritório de advocacia do deputado federal Marcelo Queiroz foi alvo de buscas da Polícia Federal (PF) Divulgação / Polícia Federal O deputado federal reeleito Marcelo Queiroz (PSDB) voltou a ser alvo da Polícia Federal (PF) na 2ª fase da Operação Castratio, deflagrada nesta terça-feira (27). Em maio, na 1ª etapa, Queiroz sofreu buscas em uma investigação sobre uma suposta fraude em licitações no governo do estado para castração e esterilização de animais.

Agentes saíram para cumprir 5 mandados de busca e apreensão nos municípios do Rio de Janeiro e Niterói. Entre os endereços está o escritório do parlamentar. As ordens judiciais foram expedidas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF) — Queiroz, por ser deputado federal, tem foro privilegiado.

O objetivo desta vez, segundo a PF, é “desarticular uma organização criminosa em atuação no âmbito da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento”. O g1 tenta contato com a defesa de Queiroz. Investigação A PF lembrou que a 1ª fase da investigação “buscou apurar as irregularidades encontradas nos contratos firmados entre o governo do RJ e uma empresa privada, como direcionamento, superfaturamento, fraude à licitação, entre outros crimes”.

“A soma dos contratos, cujo objeto é o serviço de castração/esterilização de animais, chega a cerca de R$ 200 milhões”, declarou. Ainda de acordo com a corporação, os materiais obtidos em maio levaram a esta nova etapa. O objetivo é apurar a extensão da organização criminosa e suas práticas ilegais.

“Os fatos em apuração podem caracterizar os crimes de peculato, corrupção (passiva e ativa) e lavagem de dinheiro”, detalhou. Esta reportagem está em atualização. Agora no g1