Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue g1 Seis cidades da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, registraram queda nos casos e nas mortes por dengue entre janeiro e outubro de 2026 na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados das prefeituras, os municípios somaram 1.436 casos e duas mortes neste ano, contra 8.703 casos e 17 óbitos em 2025. A redução foi registrada em todas as seis cidades analisadas.
Bertioga, Peruíbe, Santos e Itanhaém não tiveram mortes pela doença em 2026. No mesmo período do ano passado, todos os municípios incluídos no levantamento haviam registrado ao menos um óbito. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp.
O g1 entrou em contato com as prefeituras de Praia Grande, Cubatão e Guarujá para obter os dados sobre dengue, mas não havia recebido retorno até a última atualização desta reportagem. Casos e mortes por dengue na Baixada Santista Medidas adotadas pelos municípios Apesar das diferenças entre as ações adotadas pelos municípios, as medidas de prevenção e combate à dengue seguem estratégias semelhantes na região.
Entre as recomendações estão evitar o acúmulo de água em recipientes, usar telas de proteção, manter caixas d'água fechadas e verificar possíveis criadouros do mosquito, como ralos e calhas. Agora no g1 As prefeituras também orientam os moradores a colaborar com fiscalizações e vistorias realizadas por agentes de saúde. Além das medidas de prevenção nas residências, a vacinação também integra as ações de combate à doença.
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil foi o primeiro país do mundo a oferecer a vacina contra a dengue no sistema público de saúde. A dengue Segundo o Ministério da Saúde, a dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus. No Brasil, a transmissão ocorre principalmente pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectada.
Entre os sintomas mais comuns estão febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náusea, dores nas articulações e manchas vermelhas pelo corpo. Ainda de acordo com o ministério, fatores como urbanização, crescimento desordenado da população, problemas de saneamento básico e condições climáticas podem favorecer a proliferação do mosquito transmissor. VÍDEOS: Tudo sobre Santos e Região



