Luan Monteiro vota na Praça Seca O candidato ao governo do Rio de Janeiro Luan Monteiro (PCO) votou às 12h30 neste domingo (4) em uma escola da Praça Seca, na Zona Sudoeste do Rio. ✅ Siga o canal de notícias do g1 Rio no WhatsApp Ele estava sozinho e cumprimentou eleitores. O candidato afirmou que a campanha obteve resultados importantes, mas a luta pela melhoria da vida da população acontece todos os dias.
"A gente fez uma campanha muito impactante, muito importante. A gente conseguiu alcançar um público muito grande e, mais que tudo, começamos a mostrar que não é por meio das eleições que você, de fato, resolve os problemas da população. A luta tem que ser travada todo dia.
Inclusive, segunda-feira, a gente volta ao trabalho normal, militando na defesa da Palestina, do Irã e de tudo que a gente sempre acreditou", disse. Luan Monteiro, candidato do PCO, votou em uma escola na Praça Seca, na Zona Sudoeste do Rio Charles Mathura/ TV Globo Ele definiu o trabalho realizado nas eleições como algo maior. "O PCO se mostrou, verdadeiramente, como o partido antissistema, que denunciou toda a farsa montada nas eleições.
Um partido que mostra, verdadeiramente, o interesse dos trabalhadores. E a própria crise gigante que o regime político enfrenta nesse momento", afirmou. Luan Monteiro votou na Zona Sudoeste do Rio Charles Mathura/ TV Globo Trajetória política Luan Monteiro em entrevista ao RJ1 Reprodução TV Globo Luan Monteiro Paschoal Pires tem 30 anos, nasceu no Rio de Janeiro e declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ensino médio incompleto.
Sua ocupação informada é estudante, bolsista, estagiário e assemelhados. Esta é a 4ª disputa eleitoral de Luan. Em 2024, tentou concorrer ao cargo de vereador no Rio de Janeiro.
Antes, foi candidato a deputado estadual em 2022 e em 2020, disputou uma vaga na Câmara Municipal do Rio — mas foi considerado inapto em todos os pleitos. Militante do PCO, Luan teve atuação na luta estudantil, incluindo mobilizações contra o ensino a distância durante a pandemia. Também acompanhou a greve dos garis no Rio de Janeiro e a mobilização dos trabalhadores da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda.



