Mercado Municipal de Manicoré Divulgação O Ministério Público do Amazonas (MPAM) recomendou à Prefeitura de Manicoré, no interior do estado, a interdição imediata do Mercado Municipal após inspeções identificarem problemas de higiene, falhas na estrutura elétrica e necessidade de reparos no prédio. Segundo o órgão, as condições do local podem comprometer a segurança dos alimentos vendidos e colocar em risco a saúde de feirantes e consumidores.
A Vigilância Sanitária realizou duas vistorias no mercado neste ano: a primeira em 22 de junho e a segunda em 5 de outubro. Mesmo após quase quatro meses, os problemas identificados inicialmente continuavam e novas falhas na estrutura elétrica foram constatadas. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp No início de outubro, a Defesa Civil de Manicoré também vistoriou o prédio e recomendou a interdição preventiva, de preferência de todo o espaço.
O órgão ainda apontou a necessidade de isolar e sinalizar as áreas de risco, além de restringir a entrada de pessoas não autorizadas. Agora no g1 O promotor de Justiça Venâncio Antônio Castilhos de Freitas, responsável pela recomendação, afirmou que a prefeitura deve tomar medidas para evitar riscos à população. "O Ministério Público está vigilante e atento a situações que possam lesar direitos e garantias fundamentais.
O Mercado Municipal de Manicoré demanda interdição e prementes reparos estruturais, uma vez que as precárias e insalubres condições do local atentam contra a vida, a saúde, a segurança e a dignidade da população local", destacou o membro do MP.
O que o Ministério Público pede Além da interdição imediata, o Ministério Público recomendou que a prefeitura: Retire todos os feirantes do mercado até terça-feira (3) e providencie outro espaço para que eles possam trabalhar; Comprove, em até 15 dias, as medidas adotadas para a retirada e a realocação dos trabalhadores; Faça os reparos estruturais e sanitários necessários no prazo de até 120 dias; Apresente relatórios técnicos e imagens do mercado antes da retomada das atividades.
A reabertura deverá ocorrer somente após vistorias da Vigilância Sanitária, da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros. Os órgãos deverão confirmar que o prédio oferece condições adequadas para receber feirantes e consumidores.



