Luigi Mangione, o criminoso que assassinou o CEO de uma companhia de seguro de saúde em Nova York, admitiu ter mentido sobre seu nome a policiais durante a abordagem que o prendeu. A revelação está em imagens do momento da prisão de Mangione que a Promotoria de Manhattan utiliza na acusação contra o criminoso. Mangione matou a tiros, em 2024, de Brian Thompsom, então CEO da UnitedHealthcare.
Esta reportagem está em atualização. Julgamento adiado Em agosto, o julgamento de Luigi Mangione por homicídio e porte ilegal de arma foi adiado. A sessão estava marcada para começar em 8 de setembro, mas não será realizado nessa data.
Na semana passada, Mangione se declarou culpado em um processo federal separado. No caso estadual, ele continua se declarando inocente. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp 📜 Mangione enfrenta acusações em duas esferas da Justiça americana.
Em Nova York, responde por homicídio e porte de arma relacionados à morte do executivo. No âmbito federal, ele se declarou culpado pelas acusações de perseguição interestadual e perseguição por meio do uso de instalações interestaduais resultando em morte. Na sexta-feira, os advogados de Mangione pediram ao juiz Gregory Carro que rejeite as acusações estaduais.
A defesa argumenta que o réu não pode ser punido duas vezes pelo mesmo ato, citando a legislação de Nova York que proíbe a chamada "dupla persecução" pelo mesmo crime. LEIA TAMBÉM 'Eu atirei e ele morreu': o que Luigi Mangione confessou em audiência e o que acontece a partir de agora Luigi Mangione alega 'distúrbio emocional extremo' em sua defesa, diz juiz Agora no g1 Em uma decisão breve divulgada nesta segunda, Carro deu prazo até 9 de outubro para que os promotores respondam ao pedido da defesa.
O juiz também marcou a próxima audiência de Mangione para 10 de dezembro. Com isso, o julgamento não seguirá adiante no próximo mês. Luigi Mangione matou CEO da maior operadora privada de planos de saúde dos Estados Unidos Getty Images/BBC



