Celina Leão na TV Globo para entrevista, em 15 de setembro Ingrid Ribeiro/TV Globo Celina Leão (PP), candidata ao governo do Distrito Federal, passou por sabatina no DF1, na manhã desta terça-feira (15). Na entrevista, Celina minimizou sua responsabilidade como vice-governadora e descartou uma possível quebra do Banco de Brasília (BRB) (veja detalhes mais abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp Na segunda-feira, a Globo entrevistou Leandro Grass (PT); clique aqui e veja como foi.
Os entrevistados são os candidatos mais bem colocados na pesquisa de intenção de voto, divulgada pelo Datafolha na sexta (11). Confira a ordem das próximas entrevistas: Quarta-feira (16): Paula Belmonte (PSDB) Quinta-feira (17): Arruda (PSD) Qualificação para governar Ao ser perguntada sobre o que qualifica a candidata para um próximo mandato, Celina Leão respondeu que o que a qualifica é "encarar os problemas de frente". "Eu acho que enfrentar esse problema de frente.
Eu acho que o que me credencia é enfrentar o problema de frente. Primeiro eu abri todas as filas. Eu deixei painéis abertos para toda a imprensa.
A imprensa sabe hoje qual é a fila que tem na porta de cada hospital. Eu contratei o privado porque se eu continuasse com a mesma regra que todos os outros governos tentaram, eu jamais teria êxito", disse. Celina Leão também lembrou quando cancelou o aniversário de Brasília, neste ano, para ter orçamento para a contratação de médicos.
"Isso foi uma decisão que num primeiro momento foi um choque para todo mundo, mas eu tenho certeza que foi a decisão acertada e após isso nós priorizamos o orçamento, seja no pagamento dessas 20 mil cirurgias, das 200 mil consultas, na construção de sete novas UPAs, cinco eu entrego ainda este ano, porque as nossas UPA's estão sobrecarregadas. Então eu consigo atender 700 mil pessoas a mais".
Contratações temporárias Quando deputada distrital, em 2015, a candidata foi contra as contratações temporárias de profissionais de saúde, mas tem recorrido à medida em seu governo. Celina disse que ainda critica esse tipo de contratação "O concurso temporário é mais rápido. Nós estamos num momento eleitoral, tem várias vedações.
Mas o nosso planejamento são concursos de servidores efetivos, para todas as áreas. Agora tem algumas áreas que eu não consigo nem fazer concurso. Por exemplo, eu abri concursos para anestesistas, apenas um anestesista se apresentou", disse.
Segundo a candidata, de 114 médicos aprovados em concurso para atenção básica, apenas 34 tomaram posse. "Isso mostra que o servidor não é o cargo atrativo e eu preciso reestruturar a saúde. Só que eu assumo o governo em quatro meses, onde eu não posso dar um reajuste salarial.
Eu preciso de mexer na estrutura salarial para que seja algo compatível com o mercado para que esse médico venha trabalhar também na rede pública", falou. *Esta reportagem está em atualização. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.



