Marcelo Silva de Oliveira, de 29 anos, foi encontrado morto em setembro Reprodução A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu três pessoas nesta terça-feira (15) durante uma operação que investiga o sequestro e a morte do empresário Marcelo Silva de Oliveira, de 29 anos. Duas prisões ocorreram no Paraná e uma em Natal. Além das prisões, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Natal.
A ação contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar do Paraná (PMPR) para o cumprimento dos mandados no estado paranaense. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, a investigação apura as circunstâncias do sequestro e assassinato de Marcelo, cujo corpo foi localizado em 1º de setembro, em uma área rural de Macaíba, na Grande Natal.
Empresário desapareceu após chegar em casa Marcelo desapareceu no sábado, 29 de agosto, após chegar em casa com a família, no conjunto Cidade das Rosas, no bairro Jardins, em São Gonçalo do Amarante. De acordo com as informações divulgadas durante a cobertura do caso, ele foi abordado por criminosos, colocado em um veículo e levado. No dia seguinte, domingo (30), o empresário passou a ser oficialmente considerado desaparecido.
Na segunda-feira (31), um veículo que, segundo a investigação, pode ter sido utilizado na ação criminosa foi encontrado abandonado em uma estrada de terra próxima à linha férrea, entre a estação de Cajupiranga e a comunidade de Pium, em Parnamirim. No dia seguinte, 1º de setembro, o corpo de Marcelo foi localizado enterrado em uma cova rasa, em uma granja na zona rural de Macaíba.
Corpo da vítima foi localizado em uma granja na Grande Natal PCRN/Divulgação A Polícia Civil informou que os detalhes da operação e da investigação serão apresentados posteriormente, conforme o andamento das diligências. A motivação do crime ainda não foi divulgada. Segundo a polícia, as informações sobre essa parte da investigação não serão reveladas neste momento para não comprometer o trabalho investigativo.
As prisões no Paraná foram realizadas com apoio da PRF e da Polícia Militar do Paraná. A investigação é conduzida pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, com apoio da PRF. Os três presos ficaram à disposição da Justiça.
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