Um dos acusados de abusar de mulher chegando ao Tribunal em Manchester em 14 de setembro de 2026 Temilade Adelaja/Reuters Um homem britânico admitiu, nesta segunda-feira (14), ter drogado e estuprado repetidamente a própria esposa dentro de casa durante mais de duas décadas. A confissão foi feita pouco antes do início do julgamento. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem?

Envie para o g1 O homem, que tem cerca de 60 anos e é do norte da Inglaterra, não pode ser identificado para preservar a identidade da esposa, que tem direito ao anonimato por toda a vida. Ele se declarou culpado no Tribunal da Coroa de Minshull Street, em Manchester, de 45 acusações. Anteriormente, já havia admitido outros 15 crimes.

Entre as acusações estão 21 estupros, 15 agressões com penetração, 11 agressões sexuais e um crime de compartilhamento de imagens íntimas sem consentimento. Os crimes ocorreram entre 2004 e 2025. Ele também admitiu ter administrado uma substância à esposa com o objetivo de deixá-la inconsciente.

Segundo os promotores, a mulher foi repetidamente estuprada e agredida sexualmente dentro da própria casa enquanto estava inconsciente, depois de ser drogada pelo marido. Outros 12 homens, com idades entre 28 e 74 anos, também são acusados de abusar sexualmente da mulher entre 2018 e 2025. Todos negaram as acusações, que incluem estupro.

“Nosso foco continua sendo apoiar a vítima dessa terrível campanha de abuso ao longo dessa investigação muito complexa”, disse o subchefe da Polícia da Grande Manchester, Rick Jackson. “Continua sendo prestado apoio especializado à vítima que está no centro deste caso.” O julgamento dos outros homens será realizado no mesmo tribunal e deve durar vários meses.

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Durante dez anos, Dominique Pelicot dopou a própria esposa e convidou desconhecidos para estuprá-la enquanto ela estava inconsciente. A vítima não sabia dos abusos. O agressor foi condenado pela Justiça francesa no fim de 2024.

Segundo as investigações, os abusos contra Gisèle começaram em 2011. Ela foi estuprada pelo menos 92 vezes por 72 homens diferentes, com idades entre 21 e 68 anos. Apesar disso, a acusação formal envolveu apenas 50 réus, além de Dominique Pelicot.

Os outros 22 homens não foram encontrados ou identificados pelos investigadores. Gisèle tinha o direito de permanecer anônima, mas decidiu mostrar o próprio rosto e pedir que o julgamento fosse aberto ao público. Segundo seus advogados, ela tomou a decisão para evitar que outras mulheres passassem por uma situação semelhante.

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