Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) durante o horário eleitoral gratuito dessa quarta-feira (21). Reprodução No horário eleitoral gratuito desta quarta-feira (21), Flávio Bolsonaro (PL) retomou peças exibidas anteriormente, com propostas voltadas às mulheres, trechos do debate presidencial e imagens de manifestações de apoiadores.
Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, fez críticas ao plano de cortes de gastos anunciado pelo adversário, chamado de "tesouraço", e destacou propostas para a infraestrutura. Primeira a ser exibida, a propaganda de Flávio voltou a destacar as propostas do "Brasil por Elas", plano voltado às mulheres. O candidato defendeu a redução da maioridade penal e sugeriu que, se Lula for reeleito, a regra não será alterada.
Na peça, o candidato também conversou com uma beneficiária do Bolsa Família e prometeu manter o programa. Entre as propostas reapresentadas estavam criar centros de atendimento para crianças com autismo e um vale-creche. A propaganda também retomou críticas à saída temporária de presos, a saidinha, em uma fala de Lula durante o debate na TV Bandeirantes no último domingo (18).
Ao final, Flávio reexibiu atos a favor dele pelo Brasil, com depoimentos de aliados políticos. Agora no g1 Em peça inédita, o programa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o “tesouraço” proposto por Flávio e sugeriu que o adversário, se eleito, vai cortar benefícios sociais, como Bolsa Família, Pé-de-Meia e Farmácia Popular. O petista também destacou obras do Novo PAC, investimentos em infraestrutura, geração de empregos e valorização do salário mínimo.
O programa comparou as propostas do atual governo às medidas adotadas durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, e mencionou obras paralisadas. Em outro trecho da propaganda, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que não é necessário ser petista para votar em Lula.
A propaganda exibiu depoimentos de aliados do presidente e terminou com um trecho de uma entrevista do general Santos Cruz, ex-ministro de Bolsonaro, ao canal "Revelando' no YouTube, em que o militar criticou Jair e Flávio Bolsonaro.



