Candidatos posicionados no estúdio da Rede Amazônica para o debate ao Senado pelo Amazonas Patrick Marques/g1 O debate promovido pela Rede Amazônica com candidatos ao Senado Federal pelo Amazonas foi marcado por propostas e discussões voltadas à saúde, à defesa da Zona Franca de Manaus (ZFM), e aos povos indígenas. O encontro foi realizado na noite desta sexta-feira (25), na sede da emissora em Manaus.
Participaram do encontro os candidatos Eduardo Braga (MDB), Capitão Alberto Neto (PL), Plínio Valério (PSDB), Wilson Lima (União Brasil), Ismael Munduruku (Rede) e Professora Evanyr (PSOL). Os temas apareceram em diferentes momentos do debate, com os candidatos classificando a fila do Sistema Nacional de Regulação (Sisreg) como "fila da morte", além de críticas à estrutura da saúde no Amazonas. Sobre a ZFM, os candidatos defenderam o modelo econômico e que a ampliação da capacidade de receber novas empresas.
Os candidatos também debateram, ao longo dos blocos do debate, medidas voltadas aos povos indígenas, como inclusão da língua indígena no ensino e projetos sobre o turismo na capital e no interior. O encontro integra a cobertura das eleições de 2026 realizada pela Rede Amazônica, pelo g1 e pela TV Globo e foi mediado pelo jornalista César Menezes. A programação foi dividida em três blocos, com perguntas feitas de candidato para candidato.
1º bloco: perguntas de tema livre; 2º bloco: perguntas de tema determinado; 3º bloco: perguntas de tema livre e considerações finais. Em cada rodada, o participante responsável pela pergunta teve 30 segundos para formulá-la. O candidato escolhido para responder contou com 1 minuto e 30 segundos.
Para a réplica e a tréplica, foram destinados 1 minuto e 15 segundos a cada participante. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp 1º Bloco Debate entre candidatos ao Senado pelo AM: Bloco 1 - tema livre O primeiro bloco do debate entre os candidatos ao Senado pela Rede Amazônica foi marcado por perguntas sobre Zona Franca de Manaus, saúde pública, saneamento, segurança, políticas para povos indígenas e atendimento às mulheres.
Na abertura, Capitão Alberto Neto questionou Plínio Valério sobre a atuação dele, nos últimos oito anos como senador, em defesa da Zona Franca. Plínio citou a defesa da prorrogação dos incentivos da Zona Franca e a relatoria da Lei de Informática. Alberto Neto, por sua vez, mencionou projetos e leis relacionados ao setor.
Na tréplica, Plínio também fez críticas à relação de Alberto Neto com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Na sequência, Eduardo Braga questionou Capitão Alberto Neto sobre saúde pública, citando filas do SisReg e a falta de maternidades e hospitais. Alberto Neto criticou o cenário atual e afirmou que pretende buscar recursos no Senado para a construção de hospitais e centros de exames.
Braga apresentou uma proposta para tentar zerar, em 100 dias, a fila do SisReg. O terceiro confronto teve como tema o acesso à água potável e saneamento. Wilson Lima perguntou à Professora Evany sobre propostas para o setor.
Evany afirmou que é necessário garantir água potável à população e defendeu a destinação de emendas e a criação de políticas de Estado. Wilson Lima citou o programa “Água Boa” e ações de tratamento de esgoto realizadas durante seu governo. Na sequência, Ismael Munduruku questionou Wilson Lima sobre segurança pública, crime organizado e tráfico de drogas.
Munduruku contestou o cenário apresentado e afirmou que o crime organizado ainda está presente em bairros de Manaus. Wilson Lima respondeu que as forças estaduais não conseguem combater sozinhas o crime organizado nas áreas de fronteira e defendeu maior atuação e investimento do Governo Federal. A situação dos povos indígenas foi o tema da pergunta seguinte, feita pela Professora Evany a Ismael Munduruku.
Ele citou problemas enfrentados por comunidades indígenas e afirmou que também representa moradores do interior e das periferias. Evany defendeu políticas de Estado voltadas às diferentes culturas e línguas dos povos tradicionais, principalmente nas áreas de educação e saúde. No último confronto do bloco, Plínio Valério perguntou a Eduardo Braga sobre políticas voltadas às mulheres.
Braga defendeu a ampliação de maternidades e unidades de saúde para atendimento às mulheres. Ele também declarou ser favorável à castração química. Plínio citou emendas destinadas à saúde das mulheres e leis relacionadas à prevenção do câncer do colo do útero.
2º Bloco Debate entre candidatos ao Senado pelo AM: Bloco 2 - tema determinado O segundo bloco teve como temas Amazônia e mudanças climáticas, turismo, infraestrutura e logística, trabalho e emprego, segurança pública e educação. Na primeira rodada, Eduardo Braga questionou Wilson Lima sobre as queimadas e a fumaça que atingiram Manaus nos últimos dias e as propostas para o combate aos incêndios.
Wilson citou medidas adotadas durante sua gestão como governador e afirmou que, no Senado, pretende buscar recursos para ampliar as ações. Braga defendeu o reforço das equipes de bombeiros militares e civis para atuar no chamado Arco do Fogo e citou projetos de sua autoria voltados à preservação da floresta. No tema turismo, Plínio Valério perguntou a Ismael Munduruku sobre medidas para fortalecer o turismo indígena.
Munduruku afirmou que as comunidades não contam com estrutura técnica e turística suficiente e que poucos recursos chegam aos povos indígenas para fomentar o setor. Plínio citou recursos destinados por ele para o turismo no Amazonas. Na discussão sobre infraestrutura e logística, Capitão Alberto Neto questionou Eduardo Braga sobre os desafios para o asfaltamento da BR-319.
Braga afirmou que atua pela recuperação da rodovia há cerca de 30 anos e classificou a estrada como estratégica para o Amazonas. Alberto Neto disse que pretende atuar no Senado para viabilizar o licenciamento ambiental da BR-319 e defendeu investimentos em outras estradas. O tema seguinte foi trabalho e emprego.
Wilson Lima questionou Alberto Neto sobre a Zona Franca de Manaus e afirmou que o candidato destinou emendas a outros estados. Alberto Neto respondeu que as medidas apresentadas beneficiam o estado e passou a criticar a gestão de Wilson Lima, citando denúncias relacionadas ao então governador. Em segurança pública, a Professora Evany perguntou a Plínio Valério sobre o aumento dos casos de feminicídio no Amazonas e propostas para a proteção das mulheres.
Plínio defendeu ações de educação desde a infância para ensinar os homens a respeitar as mulheres. Evany defendeu uma atuação integrada entre as secretarias e políticas de prevenção, combate à violência e acolhimento das vítimas, além de um SUS fortalecido e humanizado. No último tema do bloco, educação, Ismael Munduruku questionou a Professora Evany sobre a situação do ensino no Amazonas.
Ela defendeu investimentos em talentos e potencialidades locais e a integração entre educação básica e universidades, além do incentivo à pesquisa para buscar soluções para problemas do estado, incluindo questões relacionadas à crise climática. Munduruku citou dificuldades de acesso às universidades e afirmou que estudantes deixam escolas de tempo integral sem uma formação profissional.
3º Bloco Debate entre candidatos ao Senado pelo AM: Bloco 3 - tema livre e considerações finais O terceiro e último bloco de perguntas teve como temas STF, atuação de ONGs, BR-319, saúde pública, fim da escala 6x1, questões fundiárias e segurança pública. Na abertura, Plínio Valério questionou a Professora Evany sobre a posição dela em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF), às organizações não governamentais e a BR-319.
Evany afirmou respeitar a atuação das ONGs e disse que algumas organizações chegam a fazer mais que o poder público. Sobre a BR-319, defendeu a conclusão da rodovia, mas questionou os impactos da obra e citou a possibilidade de alternativas de transporte, como ferrovias. Plínio discordou e afirmou que o asfaltamento da estrada não precisa provocar desmatamento.
Em seguida, Eduardo Braga questionou Ismael Munduruku sobre a saúde pública e a fila do SisReg. Munduruku classificou a situação da saúde no estado como “um caos” e afirmou que é necessário mudar o cenário para garantir atendimento à população. Braga citou unidades de saúde construídas durante sua gestão como governador e afirmou ter compromisso com a redução da fila do SisReg, além da construção de novas maternidades na capital e no interior.
A terceira pergunta foi feita pela Professora Evany a Capitão Alberto Neto sobre o fim da escala de trabalho 6x1. Alberto Neto afirmou ser favorável à proposta e disse que é necessário adotar medidas para evitar demissões. Também defendeu a criação de empregos e o fortalecimento de diferentes matrizes econômicas no Amazonas.
Evany afirmou que é possível reduzir a jornada sem diminuir salários e sem prejudicar os empresários. Wilson Lima, na sequência, questionou Plínio Valério sobre uma propriedade localizada em uma unidade de desenvolvimento sustentável e levantou questionamentos sobre possíveis conflitos relacionados ao imóvel. Plínio negou irregularidades e afirmou que a propriedade foi permitida e que também contribui para a reserva.
Wilson Lima disse que existem documentos que, segundo ele, apontam irregularidades e também questionou a fiscalização sobre emendas destinadas por Plínio ao interior. No quinto confronto, Capitão Alberto Neto questionou Wilson Lima sobre sua atuação como governador, com foco em regularização fundiária. Wilson citou ações de suas gestões nas áreas de segurança pública e saúde.
Ele também questionou Alberto Neto sobre medidas relacionadas ao Porto de Manaus. Alberto Neto respondeu que os portos não são de competência do governo estadual e criticou a saída de Wilson do cargo de governador para disputar o Senado. No último confronto do debate, Ismael Munduruku perguntou a Eduardo Braga sobre segurança pública e medidas para enfrentar a criminalidade no Amazonas.
Braga defendeu a criação de um sistema integrado de segurança pública, com atuação conjunta de governos federal, estadual e municipais. Munduruku citou os mandatos anteriores dos candidatos presentes e questionou a situação atual da segurança no estado. Considerações finais Wilson Lima Debate AM: Considerações finais do candidato ao Senado Wilson Lima (União Brasil) "Quero agradecer a você que nos acompanhou até esse momento.
Fui governador desse estado por sete anos e três meses. E entreguei um estado muito melhor do que recebi da velha política, que teve a oportunidade de implantar, por exemplo, UTIs no interior e não fez, auxílio estadual permanente e não fez. Fico muito feliz de poder ter feito parte de um projeto que entregou a Caics TEA, que cuida de crianças com autismo para abraçar as mães atípicas.
Da mesma forma que nós criamos o CEPCOLU, que atende as mulheres e que previne um dos câncer ou câncer que mais mata no estado do Amazonas, que é o câncer do colo do útero. Fico muito feliz com o programa Amazonas Meu Lar, que entregou 5.500 chaves de apartamentos. Mas as moradias que nós entregamos foram moradias de qualidade.
O ônibus na frente de casa com o comércio na esquina. Eu quero estar em Brasília, porque quero destinar emendas para que o governador possa continuar esses programas que são importantes para o Estado do Amazonas e para ajudar a quem mais precisa. Em Brasília, vou lutar pelo endurecimento das leis contra quem agride e contra quem mata mulher.
Vou lutar também pela redução da maioridade penal. Vou também lutar para que seja aprovada a castração química contra estupradores de criança e abusadores de menor. A gente tem cortar o mal pela raiz.
Eu quero estar em Brasília para ser o senador do povo do Amazonas. Por isso, eu peço o seu voto. 444 no dia 4 de outubro".
Plínio Valério Debate AM: Considerações finais do candidato ao Senado Plínio Valério (PSDB) "Do dinheiro que foi enviado para a saúde, Eduardo, inclusive o Chateau Prevost, também foi beneficiado. Eu tenho orgulho de dizer que podemos ajudar todas as maternidades, todos os hospitais, de poder ter ajudado dessa forma. Mas o que me faz querer ficar em Brasília é combater tanta hipocrisia, seja externa, seja interna.
Falou-se segurança aqui, mas ninguém mandou dinheiro para o Exército, para a Marina e para a Aeronáutica, eu mandei. Você precisa estar preocupado com a segurança, mas eu tenho que falar para você. Sabe por que eu quero continuar sendo senador?
Não é para defender castração, não. É para defender o Amazonas. O Amazonas precisa ser defendido por quem não tem patrão.
Olha para mim, eu não tenho patrão. Ninguém manda em mim. Os que mandam em mim estão por aqui.
Lá não tem. E esse debate não é aqui não, é em Brasília. Eu quero ver neguinho macho aqui, ir subir na tribuna para dizer eu combato os mal-ministros do Supremo, eu combato as ONGs ambientalistas.
Que criam fake news. Eu estou pelo Amazonas e para o Amazonas. É simples assim.
vai lá ver o meu trabalho e você vai ver que o que eu faço é pelo Amazonas. Por isso que eu digo, sou da República senador, mas quando você bota em uma encruzilhada República e Amazonas, é claro que eu vou defender o Amazonas. Por isso que eu defendo o garimpo familiar, o ribeirinho.
Quem aqui mandou rabeta para as pescadoras?! 2.896 motores de rabeta porque eu sei a importância disso para os indígenas. Mas sabe porque sei dessa a importância?
Porque eu sou daqui do Amazonas. Uma coisa só, mais uma coisa só, meu CPF continua limpo. Oito anos sem um deslize.
Eu não envergonho o Amazonas e nem vou envergonhar. Pai de Cristo a todos. Muito obrigado, o candidato Ismael Mundo.
Ismael Munduruku Debate AM: Considerações finais do candidato ao Senado Ismael Munduruku (Rede) "Meus parentes do Estado do Amazonas, eu falo ao povo do Estado do Amazonas, eu falo a você, Ribeirinho, a você, meu parente indígena, que está aí sem água uma hora dessa na tua casa, sem energia elétrica na tua casa uma hora dessa, porque o teu motor de luz está sem diesel, porque o teu poço artesiano está seco, porque a água não dá para ser tratada e se falam aqui do Amazonas, um governo que destruiu o nosso Estado fala como se no Estado do Amazonas existisse 800 comunidades, falam como se nós vivêssemos numa Dubai do Brasil, como se o nosso Estado fosse a coisa mais bonita, a coisa mais maravilhosa, em beleza sim, em recursos naturais sim, mas em política não, em política o nosso Estado está carente, em política o nosso Estado está precário, em política o nosso Estado está muito.
Destruído e é isso que nós precisamos mudar e já mudança e agora eu sou a mudança nesse Senado eu quero ser combativo eu tenho a mesmo tom de voz em qualquer lugar que eu estiver eu quero ir pro Senado pra falar pra senadores que são contra nossa zona franca que eles precisam respeitar e conhecer a zona franca e quantas pessoas são beneficiadas pelo por essa por esse modelo econômico que nós temos aqui eles têm é que nos imitar eles têm muito é que aprender sobre nós sobre o nosso povo sobre a luta dos povos indígenas na preservação do nosso meio ambiente então é por isso que eu sou candidato ao Senado porque eu quero ser a mudança a mudança que o Amazonas precisa está aqui diante de vocês 181 senador e 18 governador muito obrigado candidato".
Capitão Alberto Neto Debate AM: Considerações finais do candidato ao Senado Capitão Alberto Neto (PL) "Antes de começar eu queria fazer uma defesa, deixar claro para você, não caia em fake news. O ex-governador Wilson Lima está desesperado porque pode ser preso se ele não vencer a seleção. O meu suplente não é o dono do Porto.
O cunhado do Wilson Lima foi o gestor do Porto, ele era o governador que tinha que fiscalizar e não fez. E agora inventa essa fake news para poder me atacar. O senador Oplínio Valério falou também do meu suplente e esquece que a suplente dele teve busca e apreensão da Polícia Federal.
O meu suplente tem ficha limpa, é um empreendedor tanto o Alessandro como o ex-deputado federal Mário Bastos. Pessoas honradas, ficha limpa. Mas eu quero falar sobre propostas.
Nós vivemos num estado tão rico. Mas por que nós temos pessoas tão pobres? Eu tenho viajado.
Cada canto desse estado e subir revolta, porque na maior bacia de água doce do planeta, tá faltando água potável pro nosso povo. Nosso povo tá sentindo sede na beira do rio. Viajado, tenho visto as escolas sucateadas, sem emprego pra nossa população, os nossos produtores rurais não têm acesso a um ramal digno pra poder escolar a produção, abandonaram nossa gente.
É o capital alucinado, um programa água pronta pra beber, com o Amazonas conectado, protegendo a nossa fronteira que o capitão Alberto Neto sabe fazer, porque fez na prática e no Senado a gente vai ter a força para fechar essa fronteira e defender o nosso povo. Se nós queremos mudar tudo isso, nós queremos uma renovação de verdade. Eu quero te propor a votar capitão Alberto Neto, senador 222, presidente da república, Eduardo Bolsonaro 22".
Professora Evany Debate AM: Considerações finais da candidata ao Senado Professora Evany (PSOL) "Companheiras e companheiros, nós estamos vivendo um momento histórico e nós precisamos aproveitar esse momento para defender a democracia e lutar contra a extrema-direita. Nós precisamos eleger um Congresso que não seja mais inimigo do povo, mas que lute pelos direitos dos trabalhadores.
Nós precisamos colocar no Senado uma professora periférica, alguém que trilhou esses caminhos da escola pública, da universidade pública e conhece como ninguém as lacunas e as dificuldades que nós enfrentamos. Alguém que veio de uma família com a mãe solo e que sabe da dificuldade dessas mulheres para sustentá-los seus filhos. Nós precisamos defender uma educação pública gratuita e de qualidade.
Nós precisamos fortalecer o SUS. Nós precisamos reduzir a violência contra as mulheres. Nós precisamos ampliar políticas para a juventude.
Nós precisamos ter no Senado alguém que defenda verdadeiramente a Amazônia contra a grilagem, contra o desmatamento, contra as queimadas, contra quem luta, contra os nossos povos. Nós precisamos ter no Senado uma mulher que cuide, porque nós mulheres entendemos de cuidado. Nós mulheres cuidamos de todas as coisas, nós somos a base dessa economia.
Sem as mulheres, os homens não conseguem fazer absolutamente nada. E nós somos a maioria do eleitorado. Então, se nós quisermos, nós vamos sim vencer, nós vamos lutar pela democracia, nós vamos colocar de volta o presidente Lula para continuar com os programas e todos os projetos voltados para a classe trabalhadora.
Professor Evany". Eduardo Braga Debate AM: Considerações finais do candidato ao Senado Eduardo Braga (MDB) "Eu quero agradecer a você, César, agradecer a Rede Amazônica, agradecer a você telespectador que nos acompanhou durante todo esse debate, agradecer aos debatedores e dizer que eu como senador eu fiz, eu faço, estou fazendo e vou continuar fazendo, porque a mim não me interessa ser senador da República para ficar sentado naquelas poltronas do Salão Azul.
Me interessa estar na BR-319 garantindo que o asfalto chegue e que a gente saia da poeira, da lama e do isolamento, garantindo que a gente tenha o porto da Manaus moderna, o novo porto, para acabar com essa discussão sobre o roadway e invazer um porto público para atender com dignidade o povo da capital e do interior do Estado. Eu quero ser senador da República para continuar defendendo.
Da zona franca de Manaus, como eu fiz durante a reforma tributária, onde conseguimos manter as vantagens comparativas da zona franca de Manaus e colocar a zona franca de Manaus no texto principal da Constituição, trazendo segurança jurídica, que está trazendo novas indústrias, gerando emprego, renda, duzentas e sessenta empresas já aprovaram novos projetos destes, cento e quarenta são novas indústrias vindo para o Amazonas, portanto, eu quero te pedir, vote no senador Eduardo Braga, um cinco cinco para o Senado e confirme para que eu possa continuar lutando pelo Amazonas, para os amazonenses, com firmeza no Senado da República".



