O eleitor que não cadastrou a biometria pode votar normalmente. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a biometria facilita a identificação, mas sua ausência no cadastro eleitoral não impede o voto. AO VIVO: acompanhe a apuração em todo o Brasil O mais importante na hora de votar é estar com a situação eleitoral regular.
A regra vale para o primeiro e o segundo turnos das eleições 2026, marcados para 4 e 25 de outubro. Atualmente, cerca de 10,99% do eleitorado brasileiro ainda não possui biometria cadastrada, segundo o TSE. Como funciona a identificação biométrica?
Todas as seções eleitorais do país têm leitores biométricos integrados às urnas eletrônicas. Para quem possui biometria cadastrada, a identificação ocorre antes da liberação do voto, por meio da conferência da impressão digital. Segundo o TSE, a biometria adiciona uma camada de segurança ao processo eleitoral e ajuda a confirmar a identidade da pessoa habilitada a votar.
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Posso votar em candidato de outro estado ou cidade? Entenda as regras por cargo Eleições 2024 em Campina: eleitor faz a biometria para votar Pedro Amatuzzi/g1 E se a urna não reconhecer a digital? Se a digital não for reconhecida, a urna faz até quatro tentativas de validação biométrica.
Caso nenhuma delas funcione, o sistema adota outro procedimento de identificação: o eleitor deverá informar o ano de nascimento. Para quem não tem biometria cadastrada, o procedimento é semelhante. Se o eleitor estiver regular, a urna solicitará o ano de nascimento.
E quem vota no exterior? Nas seções eleitorais fora do Brasil, a identificação biométrica não é utilizada durante a votação. A urna não solicita a impressão digital, mas o eleitor precisa estar regularmente inscrito e apto no Cadastro Eleitoral para votar.
O que é a biometria eleitoral? A biometria reúne dados físicos utilizados para identificar cada eleitor. Na Justiça Eleitoral, o cadastro inclui impressões digitais, fotografia e assinatura.
As informações ficam armazenadas no Cadastro Eleitoral e podem ser usadas para identificar o eleitor tanto no atendimento da Justiça Eleitoral quanto na votação. Segundo o TSE, a biometria também ajuda a detectar possíveis duplicidades cadastrais e torna procedimentos de identificação mais ágeis.



