Lourenço Rebetez lança em 4 de novembro o segundo álbum de estúdio, 'Língua geral' Gleeson Paulino / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Em 2016, o guitarrista e compositor paulistano Lourenço Rebetez debutou no mercado fonográfico com álbum autoral produzido por Arto Lindsay, “O corpo de dentro”.
Neste disco instrumental, Rebetez apresentou oito temas e dois interlúdios compostos com base no que o artista aprendera na Berklee College of Music de Boston (EUA) – faculdade norte-americana de música onde se formou em guitarra e composição de jazz – e na Escola de Música de São Paulo (EMESP), onde estudou composição erudita. Sem falar nas aulas de guitarra tidas por Rebetez com o violonista Chico Pinheiro e nas aulas de composição popular e ritmos afro-brasileiros feitas com Letieres Leite (1959 – 2021).
Toda essa robusta formação musical evidenciada na arquitetura do álbum “O corpo de dentro” – estudo incrementado com o mergulho de Rebetez no jazz do baixista norte-americano Charles Mingus (1922 –1979), do pianista norte-americano Duke Ellington (1899 – 1974) e do pianista canadense Gil Evans (1912 – 1988) – ecoa, dez anos depois, em “Língua geral”, segundo álbum de estúdio de Lourenço Rebetez. Tal como o antecessor O corpo de dentro”, o álbum “Língua geral” foi formatado com produção musical de Arto Lindsay.
Programado para ser lançado em 4 de novembro no Brasil, Europa e Japão, através de parceria entre os selos Risco (SP), Jazzybelle Records (UK) e Think! Records (JP), o álbum “Língua geral” apresenta no repertório sete músicas inéditas de compositores brasileiros e estrangeiros – entre eles, Big Yuki, Ícaro Sá, Kainan do Jêje, Kassa Overall, Jason Lindner e Ofá, grupo baiano que participa da gravação das faixas “Ananké” e “Maestro”.
Formatada com beats elásticos, deslocamentos rítmicos e orquestrações que enfatizam fricções e sobreposições, “Maestro” é a música escolhida para ser a primeira amostra do álbum em single agendado para a próxima quarta-feira, 16 de setembro. Na gravação de músicas como “Everyday entities”, “Parade”, “Segundo sentido”, “Sim e não (Yes and no)” e “Vas-Y”, Rebetez promove a interação entre ritmos afro-brasileiros, jazz, improvisação e hip hop, reunindo músicos de diferentes gerações, linguagens e territórios.



