Adutora se rompe e alaga rua no Barreiro A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar os recentes rompimentos de adutoras da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e os furtos de equipamentos do sistema antiodor da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte.
A informação foi confirmada à TV Globo nesta quinta-feira (17), dois dias após o Ministério Público divulgar que a empresa suspeitava da ação de criminosos nos últimos episódios que provocaram falta de água na capital mineira, principalmente nas regiões Oeste e do Barreiro (assista ao vídeo acima). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp Entre agosto e setembro, foram registrados quatro rompimentos de adutoras (relembre mais abaixo).
Segundo o MP, a hipótese de sabotagem foi extraída de levantamentos iniciais efetuados pela própria companhia. Em nota, a Copasa informou que alinhou com a promotoria uma atuação institucional conjunta para o acompanhamento e a apuração técnica das recentes ocorrências registradas na rede de abastecimento da Grande BH. Relembre os casos 19 de agosto: rompimento de adutora na Rua Xapuri, no bairro Nova Granada, na Região Oeste de Belo Horizonte.
A água alagou ruas e invadiu imóveis, causando transtornos aos moradores. 5 de setembro: rompimento de adutora na Praça Guimarães Rosa, no bairro Cidade Nova, na Região Nordeste da capital. 7 de setembro: rompimento de adutora na Rua Cetano Pirri, no bairro Milionários, na Região do Barreiro.
8 de setembro: rompimento de emenda às margens da BR-040, no bairro Kennedy, em Contagem, na Grande BH. 10 de setembro: o sistema antiodor da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, foi alvo de vandalismo e furto. Imóvel atingido por rompimento de adutora da Copasa em BH TV Globo/ Reprodução Os vídeos mais vistos do g1 Minas:



