Você sente que algo não está certo, mas não sabe bem explicar o quê. A dor vem forte, na hora errada, do jeito errado. Aí surge a pergunta que quase toda mulher com dor pélvica já fez pelo menos uma vez na vida: será que isso é só uma cólica forte, ou pode ser endometriose?
A resposta não vem de um exame só, nem de um sintoma isolado. O diagnóstico da endometriose é um caminho e vale a pena entender como ele funciona. Diagnóstico de endometriose não é feito com um clique Muita gente pensa que existe um exame único capaz de dizer "sim, é endometriose" ou "não, não é".
Na prática, não é bem assim. O diagnóstico conta duas partes: a história que a paciente conta e o que os exames mostram. Primeiro passo: contar a história certa Tudo começa com uma boa conversa com um médico especialista.
Quando a dor aparece, como ela é, se piora perto da menstruação, se atrapalha o dia a dia, se aparece também ao evacuar ou durante a relação. Esses detalhes parecem pequenos, mas são o primeiro mapa para guiar a investigação. Segundo passo: mapear o corpo Depois da conversa, vêm os exames de imagem.
Os dois mais usados são o ultrassom transvaginal com preparo intestinal e a ressonância magnética da pelve. Cada um enxerga o corpo de um jeito diferente, e juntos ajudam a mostrar onde a doença está e o quanto ela avançou. Para entender melhor a diferença entre os dois, vale conferir os dois principais exames de imagem para identificar a endometriose.
Por que dois exames, e não só um Cada exame tem seus limites. Um pode mostrar bem uma coisa e passar batido por outra. Por isso, médicos costumam pedir mais de um exame, ou repetir com um preparo específico, para ter uma visão mais completa antes de decidir qualquer tratamento.
E depois do diagnóstico? Com a história da paciente e os exames em mãos, dá para entender o tamanho real do problema e aí sim, decidir o melhor caminho. Nem todo caso precisa de cirurgia.
Mas quando precisa, saber quais exames são essenciais antes do procedimento ajuda a paciente a chegar mais tranquila e mais preparada para essa etapa. O diagnóstico da endometriose não deve se apoiar em um único sintoma ou exame, exige ouvir a paciente e, quando necessário, mapear o corpo com precisão. É esse o método que o doutor Tiago Castilho, cirurgião oncológico com atuação em cirurgia ginecológica e cirurgia de endometriose profunda, aplica há mais de 10 anos.
Quando a cirurgia é indicada, o trabalho passa por técnicas como a videolaparoscopia e a cirurgia robótica, com o Cuidado 360º acompanhando a paciente em cada etapa da jornada. Já tem um diagnóstico ou suspeita de endometriose e quer entender as opções de tratamento cirúrgico? Acesse www.tiagocastilho.com.br e acompanhe mais conteúdos sobre cirurgia especializada.
Tiago Castilho é Cirurgião Oncológico com atuação em Cirurgia Ginecológica e Cirurgia de Endometriose Profunda, mestre e doutor na área, com mais de 10 anos de experiência no tratamento cirúrgico da doença. CRM-PR 22590 | RQE 2911 | RQE 844.



